Folclore e mito
Folclore, cultura popular
Mito e mitologia em geral
Mitologia nórdica / germânica
Sobre Richard Wagner e e seu emprego da mitologia germânica
Lenda
AMARAL, Amadeu. Tradições populares. Com um estudo de Paulo Duarte. 3. ed. São Paulo: Hucitec; Brasília: INL, 1982. (Obras de Amadeu Amaral).
BETTENCOURT, Gastão de. O folclore no Brasil. Salvador: Livraria Progresso Editora, 1953. (Coleção Estudos Brasileiros - Série Marajoara, 21).
BRANDÃO, Roberto de Oliveira. O mito épico na ficção brasileira. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros. São Paulo, v. 34, p. 139-148, 1992.
BRIGGS, Katharine. The Fairies in Tradition and Literature. London: Routledge, 2002.
CASCUDO, Luís da Câmara. Era uma vez… In: ___. Folclore no Brasil. Rio de Janeiro e Lisboa: Ed. Fundo de Cultura, 1967. p. 59-99.
___. A história da alimentação no Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: EDUSP, 1983. (Coleção Reconquista do Brasil, 79-80). 2 v.
___. O folclore: literatura oral e literatura popular. In: COUTINHO, Afrânio (Dir.). A literatura no Brasil. 3. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: J. Olympio / Niterói: EDUFF, 1986. v. 1. p. 183-192.
___. Tradição, ciência do povo. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1971. (Debates, 34).
GÓES, Lúcia Pimentel. Eros e Psique: Passagem pelos portais da metamorfose. São Paulo: Humanitas; Paulinas, 2007.
LIMA, Rossini Tavares de. O folclore na obra de escritores paulistas. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 1962.
LINDAHL, Carl; MCNAMARA, John; LINDOW, John. Medieval Folklore: A Guide to Myths, Legends, Tales, Beliefs, and Customs. Oxford: Oxford University Press, 2002.
MAGALHÃES, Basílio de. Folclore
MATOS, Cláudia Neiva de. Popular. In: JOBIM, José Luis, (Org.). Palavras da crítica: Tendências e conceitos no estudo da literatura. Rio de Janeiro: Imago, 1992. p. 307-341.
ORTIZ, Renato. Românticos e folcloristas: Cultura popular. São Paulo: Olho d'Água, 1992.
RIBEIRO, Joaquim. O folk-lore sob o ponto de vista histórico. In: ___. Introducção ao estudo do folk-lore brasileiro. Rio de Janeiro: Editorial Alba, s.d. p. 41-91.
ROMERO, Sílvio. Estudos sobre a poesia popular do Brasil. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1977. (Coleção Dimensões do Brasil, 8).
WEIZEL, Antônio Henrique. Folclore literário e lingüístico: Pesquisas de literatura oral e de linguagem popular. 2. ed. rev. e ampl. Juiz de Fora: Editora da UFJF, 1995.
ZAMUNER, José Alaércio. Tradição oral e literatura acadêmica: a recuperação do narrador. In: BOSI, Viviana et al. (Org.) Ficções: leitores e leituras. Cotia: Ateliê, 2001. p. 11-39.
Bibliografia sobre literatura regionalista
CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces. Tradução de Adail Ubirajara Sobral. São Paulo: Editora Pensamento, 2007.
CASSIRER, Ernst. Linguagem e mito. Tradução de J. Guinsburg e Miriam Schnaiderman. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2003. (Debates, 50).
ELIADE, M. S., COULIANO, T. P. Dicionário das religiões. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
ELIADE, Mircea. Mito e realidade. São Paulo: Perspectiva, 1972. (Debates, 52).
___. Mito do eterno retorno. Tradução de José Antonio Ceschin São Paulo: Mercuryo, 1992.
___. O sagrado e o profano: A essência das religiões. Trad. Rogério Fernandes São Paulo: Martins Fontes, 2001.
FIKER, Raul. Mito e paródia: entre a narrativa e o argumento. Araraquara: Laboratório Editorial da FCL-UNESP / São Paulo: Cultura Acadêmica Editora, 2000.
FRAZER, James. O ramo de ouro. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982.
FRYE, Northrop. Anatomia da crítica: Quatro ensaios. Trad. Péricles Eugênio da Silva Ramos. São Paulo: Cultrix, 1973.
GIRARD, René. A violência e o sagrado. Tradução de Martha Conceição Gambini. 2.ed. São Paulo: Unesp, Paz & Terra, 1998.
GÓES, Lúcia Pimentel. Eros e Psique: Passagem pelos portais da metamorfose. São Paulo: Humanitas; Paulinas, 2007.
GREIMAS, A. J. Elementos para uma teoria da interpretação da narrativa mítica. In: BARTHES et al. Análise estrutural da narrativa. Tradução de Maria Zélia Barbosa Pinto. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1972. (Novas Perspectivas de Comunicação, 1). p. 61-109.
JOLLES, André. Formas simples. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Cultrix, 1976.
JUNG, Carl. O homem e seus símbolos. Trad. Maria Lúcia Pinho. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1964.
___. Os arquétipos do inconsciente coletivo. In: ______. Psicologia do inconsciente. Trad. Maria Luiza Appy. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1980. (Obras Completas de C. G. Jung, v. 7, t. 1). p. 81-103.
HAMILTON, Edith. A mitologia. Trad. Maria Luísa Pinheiro. 3. ed. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1983.
LÉVI-STRAUSS, Claude. Mitologias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
MIELIETINSKI, E. M. A poética do mito. Trad. Paulo Bezerra. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1987.
MELETÍNSKI, E. M. Os arquétipos literários. Tradução Aurora Fornoni Bernardini, Homero Freitas de Andrade e Arlete Cavaliere. Cotia: Ateliê Editorial, 1998.
MONTERO, Paula. Magia e pensamento mágico. 2. ed. São Paulo: Editora Ática, 1990. (Princípios, 43).
ROBLES, Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino através dos tempos. Tradução de William Lagos e Débora Dutra Vieira. São Paulo: Aleph, 2006.
ROCHA, Everardo. O que é mito. 8. reimpressão. São Paulo: Brasiliense, 1999. (Primeiros Passos, 151).
RUTHVEN, K. K. O mito. Tradução de Esther Eva Horivitz de Beermann. São Paulo: Perspectiva, 1997. (Debates, 270).
TURCHI, Maria Zaira. Literatura e antropologia do imaginário. Brasília: Editora da UnB, 2003.
BULFINCH, Thomas. O livro de ouro da mitologia: Histórias de deuses e heróis. Trad. David Jardim Jr. 11. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2000. p. 380-402.
COTERELL, Arthur. Enciclopédia de mitologia: nórdica, clássica, celta. Trad. Margarida Vale de Gato. [s.l.]: Livros & Livros, 1998.
DUMÉZIL, Georges. Do mito ao romance. São Paulo: Martins Fontes, 1992. (Coleção Tópicos).
ELTADE, M. S., COULIANO, T. P. Dicionário das religiões. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
ETUDES GERMANIQUES. v. 200, n. 4, out./dez. 1995. [Volume dedicado à mitologia nórdica]
GRANT, John. Introdução à mitologia viking. Lisboa: Estampa, 2000.
GUERRAS, Maria Sonsoles. Os povos bárbaros. São Paulo: Ática (Princípios).
HAMILTON, Edith. Introdução à mitologia nórdica. In: ___. A mitologia. Trad. Maria Luísa Pinheiro. 3. ed. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1983. p. 455-477.
JOLLES, André. Formas simples. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Cultrix, 1976. (Ver os capítulos: Saga e Mito).
LOBATO, Monteiro. Como se formam lendas. In: ___. Idéias de Jeca Tatu. São Paulo: Brasiliense, 1959. p. 105-112.
LOUTH, Patrick. A civilização dos germanos e dos vikings. Rio de Janeiro: Otto Pierre Editores, 1979. (Grandes Civilizações Desaparecidas).
PAGE, R. I. Mitos nórdicos: O passado lendário. Trad. Beatriz Sidou. São Paulo: Centauro, 1999.
SIMONS, Gerald et al. Os bárbaros na Europa. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1971.
STURLUSON, Snorri. Edda - em prosa: Textos da Mitologia Nórdica. Trad. apres. e notas Marcelo Magalhães Lima. Rio de Janeiro: Numen, 1993.
Sobre Richard Wagner e seu emprego da
mitologia germânica em óperas (enquanto autor da poesia/libreto e da música)
BENTLEY,
Eric. O dramaturgo como pensador:
Um estudo da dramaturgia nos tempos modernos. Trad.
Ana Zelma Campos. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1991.
CAZNÓK,
Yara Borges; NAFFAH NETO,
Alfredo. Ouvir Wagner: Ecos
nietzschianos . São Paulo: Musa Editora, 2000.
FRANCHINI, A.
S.; SEGANFREDO, Carmen. O
anel dos Nibelungos: Versão romanceada da ópera de Richard Wagner. Porto
Alegre: Artes e Ofícios, 2006.
KÖHLER, Ingeborg. Richard Wagner und E.T.A.Hoffmann. Mitteilungen der E.T.A.Hoffmann-Gesellschaft. Bamberg, v. 29, p. 36-40, 1983.
SPITZER, Leo Três poemas sobre o êxtase. Tradução de Samuel Titan Júnior. São Paulo: Cosac Naify, 2003. [Spitzer analisa três poemas, dentre eles um que integra a cena 3 do terceiro ato da ópera Tristão e Isolda, de Richard Wagner].
WALTER, Jürgen. Richard Lindhorst und Anselmus
Nietzsche. Ein Nachtrag zum Thema 'E. T. A. Hoffmann und Richard Wagner'. Mitteilungen
der E. T. A. Hoffmann-Gesellschaft.
Bamberg, v. 30, p. 69-72, 1984.
Lenda
BRIGGS, Katharine. The Fairies in Tradition and Literature. London: Routledge,
2002.
D'ONOFRIO, Salvatore. Teoria do texto 1 - Prolegômenos e teoria da
narrativa. São Paulo:
Ática, 1995.
JOLLES,
André. Formas simples. Trad.
Álvaro Cabral. São Paulo: Cultrix, 1976.
KARLINGER,
Felix (Ed.). Wege der
Märchenforschung.
Darmstadt: Wissenschaftliche Buchgesellschaft, 1973. (Wege der Forschung, 255).
KLEINE, Ingrid Der Überzählige. Geschichte und
Entwicklung der Sage. Zeitschrift für deutsche Philologie. v. 74, n. 4, p. 410-422, 1955.
KNÖRRICH,
Otto (Ed.). Formen der Literatur in
Einzeldarstellungen. Stuttgart: Alfred Kröner
Verlag, 1981. (Kröners Taschenausgabe, 478).
MOSER, Hugo. Sage und Märchen in der deutschen Romantik.
In: STEFFEN, Hans (Ed.). Die
deutsche Romantik. Poetik, Formen und Motive. 2. ed. Göttingen: Vandenhoeck & Ruprecht, 1970. p. 253-276.
PÖGE-ALDER,
Kathrin. Märchenforschung.
Theorien, Methoden, Interpretationen.
Tübingen: Gunter Narr Verlag, 2007.
VAX, Louis. Thesen über das Phantastische. In: PAUL,
Jean-Marie (Ed.). Dimensionen des
Phantastischen. Studien zu E. T. A. Hoffmann. Trad. Ute Harbusch. St. Ingbert:
Röhrig Universitätsverlag, 1998. (Saarbrücker Beiträge zur
Literaturwissenschaft, 61). p. 9-46.
Links:
Mitos germânicos: Germanic Myths, Legends, and Sagas (em inglês)
Mitología germánica (em espanhol)
Sagas nórdicas (em espanhol)